Netinho, de 59 anos, voltou a expor detalhes de sua primeira internação em 2013, uma das mais graves que o artista teve. Em conversa com os seguidores, o artista contou ter sido vítima de um médico mentiroso.
O assunto voltou à tona após Netinho afirmar que todas as informações sobre ele seriam dadas apenas por ele nas rededs sociais. Na ocasião, o artista relembrou que em 2013, um jornalista afirmou que ele tinha morrido, sem apurar a informação e causando pânico na família.
Desta vez, o intérprete de ‘Capricho dos Deuses’, respondeu a uma seguidora que tinha comentado sobre a quimioterapia dele. A internauta afirmou na postagem que a quimioterapia dele era boa e que um médico tinha garantido isso a ela. Netinho fez questão de frisar que o tratamento pelo qual ele está passando é sigiloso, desta forma, a seguidora não tem como saber informações sobre o assunto.
“Então gente, eu estou falando do meu médico aqui tá, provavelmente esse médico está mentindo para ela. Eu fui vítima de um médico mentiroso, em 2013 eu quase morri duas vezes, porque ele mentiu? Porque o meu tratamento de quimioterapia é altamente sigiloso. Existe um acerto que eu fiz com meus médicos de sigilo”, informou.
O cantor explicou ainda o motivo de não falar abertamente sobre o tratamento. Para Netinho, cada corpo é único, e o tratamento feito por ele pode não necessariamente ser o melhor para uma outra pessoa.
“Eu sou pessoa pública, tenho responsabilidade. Por exemplo, se você observar nas minhas redes sociais eu nunca sugeri remédio para ninguém […] Porque? Para que um fã, um seguidor ingênuo não leia isso e ache que tenha que tomar porque eu, Netinho, tomei. Não faço isso porque sei que cada tratamento funciona em uma pessoa específica. Nós somos corpos únicos.”
O artista iniciou a nova fase de quimioterapia no dia 11 de junho, no Hospital Aliança Star, em Salvador. De acordo com Netinho, o tratamento deixará de exigir internação e passará a ser realizado de forma ambulatorial. A nova etapa ocorre após exames recentes identificarem o retorno agressivo de um linfoma no sistema linfático, doença que havia sido diagnosticada originalmente em 2025 e que chegou a entrar em remissão alguns meses depois.


